a moda sempre volta, a música, de um jeito ou de outro volta, a política, infelizmente, muitas vezes, também volta.
e hoje eu voltei… voltei a ler com gosto alguns autores* que andavam esquecidos na pilha de feeds do meu Bloglines. E como foi bom, em um dia em que eu já estava predisposto à contemplação, ler um pouco de sabedoria compartilhada por pessoas que com o tempo eu aprendi a admirar: Marcelo Tas, Soninha, Hélio Schwartzman. Me sentei na cozinha às 17h30, munido de uma baguete, um pedaço de queijo do serro, requeijão sabor cheddar e coca-cola. E lá se foram 4,5 horas do meu sábado. Muito bem gastas.
Entre os assuntos passaram o aborto, o trânsito, as drogas, a religião, e, claro, a política brasileira e seus caminhos absurdos.
Confesso que às vezes fica difícil manter o otimismo em relação a esse país, principalmente quando eu vejo exemplos tão concretos de que a formação das pessoas que vão comandar esse país vai de mal a pior. Não sei como me expressar, mas é impressionante como tanta coisa absurda ainda parece normal…
Talvez me falte agora fechar outro ciclo e voltar a ler alguns livros que tão parados na minha estante. Notadamente aquele Grande Sertão dedicado que a Valéria me deu. Talvez me falte conhecer melhor o ser humano.
De 3 de março a 1º de abril, quase 50 mil eleitores serão cadastrados naquele que deve se tornar um dos mais avançados e precisos bancos de dados do planeta. Por meio desse sistema, o País terá não só a votação mais informatizada como também a mais segura, já que não haverá dúvidas quanto à identidade de cada eleitor.
A expectativa é a de que, em dez anos, todos os estados do País tenham urnas com leitores biométricos.
No ano passado, 25 mil urnas, a um custo de 890 dólares cada, foram adquiridas com o novo sistema - original de fábrica - de leitura biométrica. A quantidade é suficiente para todas as zonas eleitorais de Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Rondônia. No entanto, como estão em fase de testes, a leitura biométrica só será feita em um dos municípios de cada estado.