A lista é dividida em diversas categorias e, além de ver as fotos, o site ainda conta um pouco sobre as circunstâncias da prisão. Diversão garantida com as bobagens que os famosos aprontam…
Eles lançaram um livro chamado “The Dog Dialled 911″, que, por incrível que pareça, é uma história real… vale a pena ver também um videozinho de divulgação: http://www.vidlit.com/dog911/
Postulei aqui 2 posts abaixo que o Natal é uma época que não tem nada de mágica. Simplesmente, por algum motivo, nos deixamos perder a vergonha de demonstrar nossos sentimentos.
Conversando mais durante o final de semana e a segunda-feira de Natal, cheguei à conclusão de que tais sentimentos também se afloram do lado mau de cada um de nós. No Natal, muitos de nós deixam livres os seus monstrinhos mentais de estimação para aproveitar as reuniões familiares e com amigos da forma como mais gostam: brigando entre si.
Até pouco tempo, eu achava esquisito conhecer tantas pessoas que detestam o Natal. Depois passei a não me preocupar com isso. Agora cheguei à conclusão de que elas têm sim seus motivos para estarem descontentes. A culpa é dos monstros que andam à solta e à procura de picuínhas, ranços antigos, feridas tapadas e histórias esquecidas para se alimentar.
Curiosamente, é a mesma época em que estamos mais generosos, amorosos, coisa e tal. Que tal se deixássemos nossos monstros sempre livres? Aí eles talvez aprendessem a conviver entre si e nos causassem menos problemas nas épocas festivas.
É Natal… A época do ano em que mais comemos, mais abraçamos, mais nos desejamos coisas e mais nos lembramos dos outros. Será?
De minha parte, tenho algumas dúvidas… Acredito mais que o Natal seja a época em que deixamos de lado o estranho hábito de ter vergonha de mostrar afeto por nossos semelhantes, conhecidos ou não. O especial da época de natal não é necessariamente o sentimento individual, mas o coletivo, aquele que se sente em grupo e que afasta por um momento essa timidez cultural que nos priva de sermos mais generosos, mais afetuosos e mais felizes durante o restante do ano.
Não acho que seja um milagre, como muitos dizem por aí. Acho mesmo que é uma faceta do nosso comportamento que precisamos aprender a usar com mais frequência.