Archive for September, 2006

Assuntos sobre os quais eu quero escrever:

Ricardo Moraleida September 21st, 2006

Sobre o artigo da Veja sobre os eleitores silenciosos do Lula;
Sobre escrever músicas e a dificuldade da poesia;
Sobre a intimidade e a queda das máscaras;
Sobre os pequenos erros com grandes consequências;
Sobre os grandes erros com pequenas consequências;
Sobre iPods e o consumismo;
Sobre sentimentos esquisitos que a gente não entende, não controla e, de certa forma até curte, mas não admite;
Sobre perguntas difíceis e constrangedoras de fazer, por mais bobas que sejam;
Sobre aparências, e como elas enganam;
Sobre ouvir música no ônibus;
Sobre como é engraçado sair da faculdade;
Sobre como é chato (e caro) não ter carteira de estudante;
Sobre como é possível passar 15h por dia no computador;
Sobre o vídeo da Cicarelli e as reações geradas;

Sobre a desorganização mental e a improdutividade que ela gera.

Alguém tem solução??

Uma idéia na mão e um botão na cabeça…

Ricardo Moraleida September 15th, 2006

imagem2.pngesqueça… tudo o que você vai fazer pelos próximos 10 minutos é apertar um botão vermelho. E acredite, vai valer a pena…

pérolas da comunicação empresarial

Ricardo Moraleida September 14th, 2006

bom ou ruim? não sei…

eu com certeza faria diferente… mas… funciona.

viva o amadorismo eficiente! :)

eu quero!

Ricardo Moraleida September 14th, 2006

1 Twix Gigante
5 quilos a menos

meu aniversário é dia 16/10, ok?

A gente é feliz e não sabe…

Ricardo Moraleida September 12th, 2006

Thomas Skidmore, senhor britânico cujos livros sobre a história do Brasil, segundo me disseram, são obrigatórios nos cursos superiores de História, diz o seguinte sobre a eleição de Getúlio Vargas para seu segundo período no poder, em 1950:

Vargas também fazia campanha quanto à necessidade de expandir e fortalecer a legislação da previdência social, iniciada na década de 30. Em 1946, pronunciara a sentença de morte da “velha democracia liberal e capitalista”, a qual tem “fundamento na desigualdade”. Em seu lugar, estava surgindo, declarava então, “a democracia socialista, a democracia dos trabalhadores”. Agora, na campanha de 1950, protegia-se dos “reacionários” citando a Rerum Novarum do Papa Leão XIII, “que muita gente cita sem conhecer”.

Eis a linguagem do trabalhismo de Vargas, mas o velho Maquiavel era demasiado astuto para oferecer a mesma mensagem em toda parte. No Rio de Janeiro, centro de força comunista entre 1945-47, sentiu que precisava alguma coisa mais forte, e apareceu como populista: “se for eleito a 3 de outubro, no ato da posse, o povo subirá comigo as escadas do Catete. E comigo ficará no governo”. Em Minas Gerais, era o sóbrio estadista; na Bahia, o eloqüente discípulo do liberalismo de Ruy Barbosa; no nordeste, o campeão de uma cruzada contra as secas.

(…)

A 3 e outubro, travou-se a disputa eleitoral e Getúlio saiu vitorioso. Para grande choque da UDN e supresa do PSD, obteve quase que a maioria absoluta da votação para a presidência, recebendo 3.849.040, ou seja, 48,7 por cento da votação total [7.903.572]. (…) Um belo resultado da estratégia eleitoral de Vargas.

[SKIDMORE, Thomas. Brasil: de Getúlio Vargas a Castelo Branco (1930-1964). Rio de Janeiro. Paz e Terra. 13ª edição. págs 107-108]

Está tarde… Comento este post amanhã…

« Prev - Next »